segunda-feira, 29 de junho de 2020
TURMAS A 32- B 11 -B 12 - B 21 - B 22 - B JOVEM - ARTES - PROFESSOR GILMAR - AULA 11
C21 - LÍNGUA PORTUGUESA - PROF. PATRÍCIO - SEMANA 11



Corrija o texto no caderno:
A lenda da Mulher do Táxi
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Em vida, durante seu aniversario, seu pai lhe dava como presente uma corrida de táxi pela cidade de bélem, Para, por seu pontos turísticos. Tal costume, como testemunha a lenda popula, durou mesmo após a vida, pois toda a noite de seu aniversário ela costuma ainda, à meia-noite, pega táxi e vagar pela ruas de Belém. Conta a lenda que tudo começo numa noite de seu aniversário, em que um taxista avistou uma mossa bela, morena, vestida de branco, enfrente ao cemiterio. Parou o carro e permitiu que a passageira embarcasse. Após rodar pela ruas da cidade a moça pediu para que a deixasse em sua casa, na Avenida Gentil bitencourt. Ao descer do carro, a moça gentilmente pediu ao motorista se este não podia vir em outro dia, em sua casa, em busca de seu pagamento. Ele concordou e, ao vê-la entrar na casa, partiu. No outro dia o motorista foi a casa; ao chegar lá, uma velha senhora lhe atendeu; ele lhe disse que estava ali para recebe por uma corrida que uma moça tinha lhe pedido para buscar outro dia. A senhora lhe respondeu que a única mulhe que morava na casa era ela, há anos. Disse ele que não podia ser, pois tinha visto a mulher entra na casa. Após tentar várias veses convencer a senhora, eis que o vento abre a porta de um comodo que dava para uma sala, expondo um retrato na paredi. O motorista imediatamente observou: veja, foi aquela moca. A senhora imediatamente lhe respondeu: mas esta é minha filha já morta alguns anos...
Quem foi a mulher do táxi? Segundo a propria lenda o nome da moça que hoje supostamente seria a mulher do táxi, ou moça do táxi, era josephina Conte. Josephina nasceu em 19 de abril de 1915 e faleceu em 1931, aos 16 ano de idade, vitima de Tuberculose. Outra fonte afirma que: "A morte de Josephina é um grande misterio, já que sua radiografia indicava a existencia de objetos pontiagudo parecidos com alfinetes em seus pulmãos." |
C11 E C12 - LÍNGUA PORTUGUESA - PROF. PATRÍCIO - SEMANA 11



Corrija o texto no caderno:
A lenda da Mulher do Táxi
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Em vida, durante seu aniversario, seu pai lhe dava como presente uma corrida de táxi pela cidade de bélem, Para, por seu pontos turísticos. Tal costume, como testemunha a lenda popula, durou mesmo após a vida, pois toda a noite de seu aniversário ela costuma ainda, à meia-noite, pega táxi e vagar pela ruas de Belém. Conta a lenda que tudo começo numa noite de seu aniversário, em que um taxista avistou uma mossa bela, morena, vestida de branco, enfrente ao cemiterio. Parou o carro e permitiu que a passageira embarcasse. Após rodar pela ruas da cidade a moça pediu para que a deixasse em sua casa, na Avenida Gentil bitencourt. Ao descer do carro, a moça gentilmente pediu ao motorista se este não podia vir em outro dia, em sua casa, em busca de seu pagamento. Ele concordou e, ao vê-la entrar na casa, partiu. No outro dia o motorista foi a casa; ao chegar lá, uma velha senhora lhe atendeu; ele lhe disse que estava ali para recebe por uma corrida que uma moça tinha lhe pedido para buscar outro dia. A senhora lhe respondeu que a única mulhe que morava na casa era ela, há anos. Disse ele que não podia ser, pois tinha visto a mulher entra na casa. Após tentar várias veses convencer a senhora, eis que o vento abre a porta de um comodo que dava para uma sala, expondo um retrato na paredi. O motorista imediatamente observou: veja, foi aquela moca. A senhora imediatamente lhe respondeu: mas esta é minha filha já morta alguns anos...
Quem foi a mulher do táxi? Segundo a propria lenda o nome da moça que hoje supostamente seria a mulher do táxi, ou moça do táxi, era josephina Conte. Josephina nasceu em 19 de abril de 1915 e faleceu em 1931, aos 16 ano de idade, vitima de Tuberculose. Outra fonte afirma que: "A morte de Josephina é um grande misterio, já que sua radiografia indicava a existencia de objetos pontiagudo parecidos com alfinetes em seus pulmãos." |
B31 - LÍNGUA PORTUGUESA - PROF. PATRÍCIO - SEMANA 11



Corrija o texto no caderno:
A lenda da Mulher do Táxi
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Em vida, durante seu aniversario, seu pai lhe dava como presente uma corrida de táxi pela cidade de bélem, Para, por seu pontos turísticos. Tal costume, como testemunha a lenda popula, durou mesmo após a vida, pois toda a noite de seu aniversário ela costuma ainda, à meia-noite, pega táxi e vagar pela ruas de Belém. Conta a lenda que tudo começo numa noite de seu aniversário, em que um taxista avistou uma mossa bela, morena, vestida de branco, enfrente ao cemiterio. Parou o carro e permitiu que a passageira embarcasse. Após rodar pela ruas da cidade a moça pediu para que a deixasse em sua casa, na Avenida Gentil bitencourt. Ao descer do carro, a moça gentilmente pediu ao motorista se este não podia vir em outro dia, em sua casa, em busca de seu pagamento. Ele concordou e, ao vê-la entrar na casa, partiu. No outro dia o motorista foi a casa; ao chegar lá, uma velha senhora lhe atendeu; ele lhe disse que estava ali para recebe por uma corrida que uma moça tinha lhe pedido para buscar outro dia. A senhora lhe respondeu que a única mulhe que morava na casa era ela, há anos. Disse ele que não podia ser, pois tinha visto a mulher entra na casa. Após tentar várias veses convencer a senhora, eis que o vento abre a porta de um comodo que dava para uma sala, expondo um retrato na paredi. O motorista imediatamente observou: veja, foi aquela moca. A senhora imediatamente lhe respondeu: mas esta é minha filha já morta alguns anos...
Quem foi a mulher do táxi? Segundo a propria lenda o nome da moça que hoje supostamente seria a mulher do táxi, ou moça do táxi, era josephina Conte. Josephina nasceu em 19 de abril de 1915 e faleceu em 1931, aos 16 ano de idade, vitima de Tuberculose. Outra fonte afirma que: "A morte de Josephina é um grande misterio, já que sua radiografia indicava a existencia de objetos pontiagudo parecidos com alfinetes em seus pulmãos." |
C21 - LÍNGUA PORTUGUESA - PROF. PATRÍCIO - SEMANA 10
Texto embaralhado
Enumere os trechos de maneira que o texto tenha sentido.
Garoto linha dura
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( ) Na hora em que o jantar ia para a mesa, o pai tentou de novo: - Pedrinho, quem foi que quebrou a vidraça, meu filho? - e, ante a negativa reiterada do filho, apelou: - Meu filhinho, pode dizer quem foi que eu prometo não castigar você. |
|
( ) Quando o pai chegou, perguntou à mulher quem quebrara o vidro e a mulher disse que foi o Pedrinho, mas que o menino estava com medo de ser castigado, razão pela qual ela temia que a criança não confessasse o seu crime. |
|
( ) O pai chamou o Pedrinho e perguntou: - Quem quebrou o vidro, meu filho? |
|
( ) Papai, esse menino do vizinho é um sem-vergonha e mentiroso. Não pergunte nada a ele não. Quando ele vier atender à porta, o senhor vai logo xingando ele e exija que o coloquem de castigo. |
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( ) Terminado o jantar o pai pegou o filho pela mão e, já chateadíssimo, rumou para a casa do vizinho. Foi aí que Pedrinho provou que tinha ideias radicais. Virou-se para o pai e aconselhou: |
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( ) Diante disso, Pedrinho, com a maior cara-de-pau, pigarreou e lascou: |
|
( ) - Quem quebrou foi o garoto do vizinho. |
|
( ) - Juro. |
|
( ) - Pedrinho balançou a cabeça e respondeu que não tinha a mínima idéia. O pai achou que o menino estava ainda sob o impacto do nervosismo e resolveu deixar para depois. |
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( ) Aí o pai se queimou e disse que, acabado o jantar, os dois iriam ao vizinho esclarecer tudo. Pedrinho concordou que era a melhor solução e jantou sem dar a menor mostra de remorso. Apenas - quando o pai fez ameaça - Pedrinho pensou um pouquinho e depois concordou. |
|
( ) Pedrinho estava jogando bola no jardim e, ao emendar a bola de bico por cima do travessão, a dita foi de contra a uma vidraça e despedaçou tudo. Pedrinho botou a bola debaixo do braço e sumiu até a hora do jantar, com medo de ser espinafrado pelo pai. |
|
( ) - Você tem certeza? |
C11 E C12 - LÍNGUA PORTUGUESA - PROF. PATRÍCIO - SEMANA 10
Texto embaralhado
Enumere os trechos de maneira que o texto tenha sentido.
Garoto linha dura
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( ) Na hora em que o jantar ia para a mesa, o pai tentou de novo: - Pedrinho, quem foi que quebrou a vidraça, meu filho? - e, ante a negativa reiterada do filho, apelou: - Meu filhinho, pode dizer quem foi que eu prometo não castigar você. |
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( ) Quando o pai chegou, perguntou à mulher quem quebrara o vidro e a mulher disse que foi o Pedrinho, mas que o menino estava com medo de ser castigado, razão pela qual ela temia que a criança não confessasse o seu crime. |
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( ) O pai chamou o Pedrinho e perguntou: - Quem quebrou o vidro, meu filho? |
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( ) Papai, esse menino do vizinho é um sem-vergonha e mentiroso. Não pergunte nada a ele não. Quando ele vier atender à porta, o senhor vai logo xingando ele e exija que o coloquem de castigo. |
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( ) Terminado o jantar o pai pegou o filho pela mão e, já chateadíssimo, rumou para a casa do vizinho. Foi aí que Pedrinho provou que tinha ideias radicais. Virou-se para o pai e aconselhou: |
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( ) Diante disso, Pedrinho, com a maior cara-de-pau, pigarreou e lascou: |
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( ) - Quem quebrou foi o garoto do vizinho. |
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( ) - Juro. |
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( ) - Pedrinho balançou a cabeça e respondeu que não tinha a mínima idéia. O pai achou que o menino estava ainda sob o impacto do nervosismo e resolveu deixar para depois. |
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( ) Aí o pai se queimou e disse que, acabado o jantar, os dois iriam ao vizinho esclarecer tudo. Pedrinho concordou que era a melhor solução e jantou sem dar a menor mostra de remorso. Apenas - quando o pai fez ameaça - Pedrinho pensou um pouquinho e depois concordou. |
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( ) Pedrinho estava jogando bola no jardim e, ao emendar a bola de bico por cima do travessão, a dita foi de contra a uma vidraça e despedaçou tudo. Pedrinho botou a bola debaixo do braço e sumiu até a hora do jantar, com medo de ser espinafrado pelo pai. |
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( ) - Você tem certeza? |
B31 - LINGUA PORTUGUESA - PROF. PATRÍCIO - SEMANA 10
Texto embaralhado
Enumere os trechos de maneira que o texto tenha sentido.
Garoto linha dura
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( ) Na hora em que o jantar ia para a mesa, o pai tentou de novo: - Pedrinho, quem foi que quebrou a vidraça, meu filho? - e, ante a negativa reiterada do filho, apelou: - Meu filhinho, pode dizer quem foi que eu prometo não castigar você. |
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( ) Quando o pai chegou, perguntou à mulher quem quebrara o vidro e a mulher disse que foi o Pedrinho, mas que o menino estava com medo de ser castigado, razão pela qual ela temia que a criança não confessasse o seu crime. |
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( ) O pai chamou o Pedrinho e perguntou: - Quem quebrou o vidro, meu filho? |
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( ) Papai, esse menino do vizinho é um sem-vergonha e mentiroso. Não pergunte nada a ele não. Quando ele vier atender à porta, o senhor vai logo xingando ele e exija que o coloquem de castigo. |
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( ) Terminado o jantar o pai pegou o filho pela mão e, já chateadíssimo, rumou para a casa do vizinho. Foi aí que Pedrinho provou que tinha ideias radicais. Virou-se para o pai e aconselhou: |
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( ) Diante disso, Pedrinho, com a maior cara-de-pau, pigarreou e lascou: |
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( ) - Quem quebrou foi o garoto do vizinho. |
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( ) - Juro. |
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( ) - Pedrinho balançou a cabeça e respondeu que não tinha a mínima idéia. O pai achou que o menino estava ainda sob o impacto do nervosismo e resolveu deixar para depois. |
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( ) Aí o pai se queimou e disse que, acabado o jantar, os dois iriam ao vizinho esclarecer tudo. Pedrinho concordou que era a melhor solução e jantou sem dar a menor mostra de remorso. Apenas - quando o pai fez ameaça - Pedrinho pensou um pouquinho e depois concordou. |
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( ) Pedrinho estava jogando bola no jardim e, ao emendar a bola de bico por cima do travessão, a dita foi de contra a uma vidraça e despedaçou tudo. Pedrinho botou a bola debaixo do braço e sumiu até a hora do jantar, com medo de ser espinafrado pelo pai. |
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( ) - Você tem certeza? |